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11/02/2016

Uma mão entre os cabelos... Amor e fonte de esperança


Caros visitantes virtuais,
 
Escrevo-vos hoje sobre a esperança que resulta do amor entre jovens casais. O que me motivou a escrever este post foi um belíssimo gesto de ternura que tive a felicidade de testemunhar. E este post é dedicado por mim com todo o carinho à Marta e ao Rafael Maslinkiewicz, pais de três deliciosas crianças. Pedi autorização ao jovem casal para escrever sobre eles no meu post, pelo que é com muito gosto que o faço. A foto acima é deles, no dia do feliz enlace.
Estávamos numa celebração eucarística e a Marta e o Rafael estavam com os seus dois filhos numa atitude de atenção constante uns aos outros e das próprias crianças de atenção e troca de mimos entre irmãos, sendo o mais pequenino, ainda de colo o mais traquina. Eu deliciei-me com ele e no momento pensei que era ali que estava toda a fonte da esperança. Concentrada que estava nos meus pensamentos esqueci-me que estava de olhar fixo neles, estando eu sentada atrás e com o pequenito frequentemente virado para trás e um sorriso de felicidade que contagiava.
E foi assim que vi o gesto mais belo de poucos que tenho visto: o Rafael enternecido a olhar para os cabelos da Marta, estender delicadamente a mão e começar a brincar com os caracóis da sua jovem mulher que acariciava o bebé ao colo.
Logo ali decidi que escreveria este post pois acho absolutamente maravilhosa a ternura entre casais e acho que é dessa fonte de amor que se expressa nos pequenos gestos do dia a dia que brota muita da esperança sobretudo para os jovens da nossa sociedade que frequentemente contactam com mensagens que os confundem e distanciam do que é verdadeiramente importante na vida: o Amor, o respeito pelo outro, a singeleza da ternura, a atenção a quem se ama, o gesto de expressão do amor, o nosso olhar sobre o outro aquecendo-lhe a alma e a felicidade de constituir e construir uma família. São momentos como estes da Marta e do Rafael que são mensagens de esperança no amor, no compromisso, na fidelidade, na entrega ao outro, no compromisso sem que ele represente nem um peso nem uma prisão, mas a felicidade da constância e da harmonia.
Esperança também nas famílias de hoje sim, porque hoje, no passado ou no futuro o Amor é, foi e será sempre o Amor, seja qual for a  língua ou forma em que é expresso, sejam quais forem as etnias, nacionalidades, idades, origens sociais ou culturais ou mesmo a fé que professam ou não professam os membros do casal, porque o AMOR é universal.
 
 
Obrigada Marta e Rafael pelo vosso testemunho de vida tão inspirador.
 
Não vos dedico a vós este post, mas à D. Gina, avó da Marta, já não presente entre nós fisicamente mas que bem conheci durante muitos anos e que tanto testemunho deu de Fé, de amor, de entrega à paróquia porque ela o merece e porque sei que onde acredito que está terá ficado ainda mais feliz que eu com este vosso gesto.
Caro visitante virtual, espero tê-lo também feito sorrir enternecido com o gesto da Marta e do Rafael, e com isso talvez lembrado gestos de ternura que recebeu ou deu. Certamente que tal já sucedeu na sua vida e convido-o a que continue a entregar-se a essa ternura em relação a seja quem for que achar que a merece.
Obrigada uma vez mais pela visita a este blogue e votos de muitos e ternos momentos.
 
CC